Vol I

CD €13,00

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1. Improvisation I
2. Improvisation II
3. Improvisation III
4. Improvisation IV
5. Improvisation V
6. Improvisation VI
7. Improvisation VII
8. Improvisation VIII
9. Improvisation IX
10. Improvisation X


Produzido por JACC RECORDS e NO PROJECT

Fotografia e design gráfico por João Pedro Lomelino

Foto da banda por Óscar Graça

Tradução de texto por Eeva Tuuhea

Gravado no Estúdio Timbuktu a 8 de Fevereiro de 2010

Produzido por João Lencastre

Misturado e masterizado por André Fernandes


O mais recente projecto do lírico pianísta português, João Paulo Esteves da Silva, é um manifesto de liberdade. A música é totalmente improvisada e, ao mesmo tempo, ancorada na experiência destes três músicos numa pluralidade de linguagens. Não é de estranhar, portanto, que do encontro entre o pianista João Paulo e dois dos mais activos músicos da cena jazz, João Lencastre (bateria) e Nélson Cascais (contrabaixo) surja algo de singular. Trata-se de uma música multifacetada, capaz de expressar diversas emoções e estados de alma. Partindo de uma instrumentação “clássica” no jazz -o trio de piano – estes músicos tentam subverter as hierarquias habituais que remetem o contrabaixo e a bateria para funçõe secundárias. Aqui, trata-se da comunicação entre três iguais, e a música evolui a partir dessa conversa a três.

Se é mais ou menos do conhecimento geral que João Paulo Esteve da Silva é um exímio instrumentista e um notável improvisador (vejam-se os magníficos discos saídos pela mão da Clean Feed “Solo” (2009) e “Scape/Grace” (2010), este último com o trompetista Dennis Gonzalez) os seus “parceiros de conversa” não merecem menos destaque. O contrabaixista Nelson Cascais é líder do seu próprio grupo desde 1999, tendo gravado discos importantes para a compreensão da evolução do jazz em Portugal, pelo menos na última década (“Cíclope”(TOAP, 2002), “Nine Stories” (TOAP, 2005) e “Guruka” (2009)). Quanto ao baterista João Lencastre, bastaram três discos, desde 2009, para fazer dele um valor seguro da nova geração. O seu disco de estreia “One!” (FreshSound) foi muito bem recebido pela crítica nacional e internacional, segundo-se “B-sides”, logo no ano seguinte, e “Sound it Out!”, em 2010, pela TOAP.Por todas estas razões é possivelavançar que o disco que agora se apresenta é o resultado de um encontro feliz entre músicos de diferentes gerações unidos pela vontade de continuar a criar música viva e desafiante.

 

 

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