Diogo Alexandre

Bateria



Diogo Filipe Quintino Alexandre é especialmente conhecido pelo seu estilo de bateria distinto e arrojado, cuja voz única nunca passa despercebida, independentemente do contexto musical, talvez reflexo da sua necessidade de se superar e de levar a música e a improvisação para níveis cada vez mais elevados.
O interesse pela música cresceu desde cedo, motivado pela mãe, ela própria musicista. Ele deu os seus primeiros passos musicais na percussão clássica, mas o seu interesse começou a diminuir gradualmente, tendo desistido após 5 anos por se sentir infeliz com o método de ensino. Em consequência, ele decidiu que queria tocar bateria. Aos 13 anos a mãe deu-lhe a primeira bateria e aos 14 mudou-se de casa para estudar jazz numa escola de jazz em Coimbra. A partir deste momento, a sua vida mudou completamente, não tendo desde então deixado de seguir os seus objetivos e a sua paixão pela música.

Depois de se mudar para Lisboa para estudar jazz na universidade, em 2016, começou a atuar regularmente, ganhando uma valiosa experiência musical e de vida. Aos 19 anos já se tinha apresentado ao lado de artistas como João Barradas, Jeffery Davis, João Paulo Esteves da Silva, Pedro Moreira, Óscar Graça, Carlos Barretto, Victor Zamora, André Fernandes, Damien Cabaud, Eduardo Cardinho, entre outros. Ganhou vários prémios nacionais de música, incluindo “Melhor Intérprete” (2015 e 2017) e “Melhor Ensemble” (2015) no São Luiz Jazz Fest em Lisboa. Além disso, participou na gravação de AUTOTELIC de Javier Subatin (2018), ao lado de alguns dos mais importantes músicos do jazz português, nomeadamente, Desidério Lázaro, André Rosinha e João Paulo Esteves da Silva.
Mais recentemente, foi selecionado para se apresentar no Festival d’Aix-en-Provence como parte de um conjunto intercultural liderado por Fabrizio Cassol com músicos de todo o Mediterrâneo.

Encontra-se a terminar a licenciatura em Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa (Escola Superior de Música de Lisboa) e actua com artistas como Miguel Calhaz, Javier Subatin e Victor Zamora, explorando repertórios musicais que vão do jazz à world music, e também está trabalhando no novo álbum de Zé Cruz no projeto USSEGUNDU.


Participações